Vamos ver o que diz a lei com aquela sua vozinha terrível e fria […]: “Se você não optou pelo reino de Deus, no final, não fará diferença alguma que escolha você tenha feito”. Essas são palavras duras de engolir. Será que realmente não fará diferença se forem mulheres, ou o patriotismo, ou a cocaína, ou a bebida, ou uma cadeira no Congresso, ou o dinheiro, ou a ciência? Bem, não terá sido uma diferença relevante. Teremos desprezado o fim para o qual fomos criados e rejeitado a única coisa que nos satisfaz. Será que faria alguma diferença para uma pessoa que está morrendo no deserto saber qual foi o caminho que ela trilhou e que a fez perder o único posso existente por ali?

– C.S. Lewis, de The Weight of Glory [Peso de Glória]

 

Realmente preocupado em calcular o custo do percurso, se faz necessário um balanço: equacionar tanto. Subtrair um monte. Dividir mais. Aprender muito…

Há urgência em democratizar a universalidade da boa nova. E isso é feito na singularidade, na simplicidade…

Repensando algumas questões, reconsiderando outras, reafirmo que viver é simples, como sugere esta canção. Mesmo com suas complexidades…