Sendo jovem – de vida e de trajetória profissional – os fenômenos juvenis sempre me chamam a atenção. Como assistente social, sempre atuei (até aqui), em campos que contemplam o universo tão múltiplo das adolescências e juventudes (por isso no plural). Na graduação não foi diferente, o TCC com o seguinte tema:  O Resgate sócio-histórico da juventude na contemporaneidade: entre mitos e fenômenos, já demonstrava minha inclinação por essas temáticas.

Em maio de 2012, concluía a Pós graduação em Organização e Gestão de Políticas Sociais, pela FMU. Faltando exatos 06 meses com o antigo tema definido, tudo nos conformes e em andamento, o FUNK  e suas polêmicas passaram a chamar minha atenção. Voltei das férias disposto a mudar completamente o eixo da pesquisa. E essa curiosidade possibilitou um caminho muito interessante. Fui pilhado pela orientadora a publicar o artigo. Consegui apresentá-lo em simpósios e encontros multidisciplinares e prosseguir com o tema no mestrado – já estava tudo engatilhado…

Mas essa vida muda tanto…

Os últimos acontecimentos envolvendo jovens e o funk recordaram o caminho que percorri quando finalizei a pesquisa. Então, atendendo alguns pedidos após bate papo com amigos e colegas de profissão, compartilho aos que desejam.

É só clicar no tema pra baixar o pdf

Juventudes & Funk: composições entre identidades atribuídas e constituídas

Boa leitura:

Imagem