O vento sopra onde quer. Você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito. – João 3:8

O Vento

Rimo e remo como mero ramo da raiz que ao redirecionar seu curso conduzido pelo Vento, sopra rumo outros campos.

Feliz pelas sementes, pela colheita, pela partilha, pelos grãos de comida e pelos frutos…

Aquele que saí chorando, levando a semente para semear, voltará com cânticos de júbilo, trazendo consigo os seus molhos. – Salmo 126:5

Eu?

Do esvaziamento ao preenchimento. Entre o incomodo daquilo que acomoda para o encontro do que transforma.

Na tecelagem diária de grãos que provocam mudança, promovem transformação e ressignifica.

Âncoras são estáticas. Estão submersas! Raízes são vivas. Elas bebem água, sustentam toda a estrutura. Nascem… de sementes.

Certeza assertiva que o Vento sabe bem o tom que assopra.

Sigo o Vento. Não importa a direção!

Em transições…

(Crombie – Sobre o Vento)

Cisco no olhar atento,
Segue adiante, gira o catavento
Onde faz a curva, distante.

O vento leva e traz
O vento é transporte do grão
O vento que sopra no cais, sopra em qualquer direção.

Faz som de assobio
É de sopro o seu instrumento
Enche o espaço vazio de som e de movimento

O vento leva e traz
As folhas de outono estão no chão
A cor e o que nos satisfaz
A nuvem de chuva
E o tempo bom
E o tempo bom