Ás vésperas do ano novo,
tudo parece como arroz, feijão e ovo.
Flash’s e artifícios de fogo,
Cristalizam o que será “denovo”.
Expectativas sobrepõem-se a razão,
Ritmos alavancam a alma.
Sonhos expelidos a cada estouro de rojão,
Cenário propício do seqüestro da calma.
Subjetivas hipóteses apresentadas,
por objetivos não atingidos.
Variadas lembranças são recordadas,
Pelo que deveria vir a ter sido…

 

*”Imperecível é amar com a memória…” diria a Adélia Prado.

Ampla e nublada distância, suficientemente eficaz, para separar como água e óleo, os sonhos e a realidade.

Isso, chama (a) dor! Com ela, inicio 2012…