Foto: Ana Paula Leonc
Foto: Ana Paula Leonc

Qual a potência da capacidade de proteção de uma família?

Até que ponto a condição influencia na decisão?

Vulnerabilidades? Diversas…

Subjetividades? Dispersas!

Quando a intervenção em cada uma das especificidades de cada singularidade é realmente bem vinda?

Basta garantir apenas ou deve-se expandir para além disso?

Não me preocupam os sorrisos receptivos, mas sim os olhares expressivos, de que por vezes o recurso suprido não contempla o necessário…

Como almejar o horizonte se o cheiro do córrego leva as mãos ao rosto, não para enxugar as lágrimas, mas espantar as moscas que rodeiam o rato morto há dias no final da viela…

Diante disso tudo, de quando em vez, resiliência(s) como a(s) sua(s), cativam-me ao ponto de impulsionar à inspiração. É por estas e outras, assim como sua história, que novos cenários devem ser configurados.

Anseio novos caminhos, sendo incapaz de descrever ao certo, o que mais me motiva…

É impossível esquecer daqueles sorrisos…

É inacreditável saber que tudo isso os torna esquecidos!

Rogo e sigo para sejam mais que lembradas, mas reconhecidas!