Treze minutos para escrever sobre os (quase) doze meses do ano. Não é fácil! Vários planos! Talvez um ensaio para o que não fora atuado. Repensando o que (ainda) não foi projetado. Nunca lamentando, mas refletindo sobre o que pode(rá) ser aplicado…

A cena continua… Numa saga que consome continuamente, a cada milésimo, o que há de mais precioso, naquilo que não existe valor e nem mesmo com toda a exploração da mais valia,  seria possível comprar…

A vida! Prosseguimos com o presente de poder vivê-la no tempo presente! Até porque, não haverá ontem que possa trazê-la de novo amanhã. Entretanto, sabe-se que é possível todo dia tornar visível o quanto gostamos disso ou nos indignamos com aquilo…

Contudo, a turbulência de toda a série de influências, nos norteiam ou desorientam sobre o que almejamos, sonhamos ou frustramo-nos…

Como apreciar intensamente aquilo que vai tão de repente? Efêmero! Daqui a pouco, minha vontade de declarar algo, estará impossibilitada, porque logo, hoje é ontem.

O que fazer se o amanhã não nos pertence? Viver hoje lembrando ontem, pois não falta muito pra ser amanhã…

28.11.10 – Início: 17:47/Término: 18:00