Roda Gigante

“Quando a memória ama…” – Disse certa a vez a Adélia Prado. Corretíssima! Pois, o maior retrato de nossos momentos não está registrado apenas em fotografias ou filmagens, especialmente, a história tem sua trajetória na memória.
Na galeria de períodos já vivenciados, alguns aconteceram num mesmo cenário. Aliás, ainda que o palco de acontecimentos seja finito e possua um limite de espaço físico, a criatividade é um universo imenso e sem fronteiras…

“Como a vista é linda da Roda Gigante…” – Cantou, Rodolfo! Realmente, foi a partir da imagem acima, que um círculo de pensamentos começaram a cirandar com a inspiração – sendo o suficiente para que a tentativa de um texto logo girasse:

• Entre o Caro e o Raro:

Depois de um dia repleto de atrações e muito entretenimento, compreendi que há valores impossíveis de serem manipulados – nem para troca ou para venda, muito menos como fetiche…

Ainda que comprado, notei que o mais valioso não estava escrito no vide-verso do ingresso. Sendo meia-entrada, Promocional, Estudante ou mesmo Vip:
• Um sorriso mecânico não pode ser comparado com uma gargalhada gerada por um momento natural;

• Um abraço educado não contém o calor do dia ensolarado e, sobretudo, humano;

• Beijos fomentam desejos semelhante às crianças que ao conhecerem a sensação gerada por este ou aquele brinquedo, querem incansavelmente, (re)experimentá-la.

Certa vez, havia chegado a uma conclusão de que “o passado é como um adubo para as expectativas futuras”…

Por mais que se vá ao encontro de famosas atrações, nada isenta o papel de Ser protagonista do próprio espetáculo!

VinnCircous – Empalhaçando a vida com seriedade! XD