a_cabana

Finalmente, após quase um ano de atraso, por conta das tarefas que sufocavam, entre trabalhos e provas, e mais alguns títulos acumulados que ainda precisava ler, desenrolei a lista, resisti à ansiedade provocada através de postagens, recomendações e diversos comentários. Nestas férias de julho, consegui ler “A Cabana”.
  Numa simbiose entre minha curiosidade e as expectativas geradas acerca do conteúdo do livro, fui realmente surpreendido pela ênfase tão bem elaborada e aprofundada numa ficção inteiramente instigante e porque não, “edificante”?!
  Claro, que não compararia o livro com a bíblia, rsrs – E, ainda assim sobre críticas teológicas – dispenso comentários, pois quando comecei a ler o livro, sabia que se referia à um gênero de ficção e; não livros  de doutrina bíblica/teologia ou coisa assim.
  Contudo, confesso que sou fascinado por tudo que se refere ou busque fomentar o ser humano à um relacionamento íntimo com Deus. Aliás, esta palavra “Deus” me parece que foi pouquíssima citada na estória, sendo substituída por “Papai”. rsrs
  O Jesus “simples” porém inteiramente divino é uma outra parte do livro que muito me chamou atenção. Quantos de nós muitas vezes, lembramos do Jesus milagroso – que transformou água em vinho, acalmou a tempestade, curou cegos, e por vezes não acentuamos que este, também chorou, partiu o pão, levou amor, companhia às pessoas…
  Além dos diversos paradigmas abordados, a tensão entre Religiosidade X Espiritualidade, fazia em alguns momentos, achar que Sarayu (o Espírito Santo) estava lendo… Bem, na verdade está comigo (conosco). Então, comia um trecho do livro, e mastigava, sendo nutrido em todas as dimensões – a Literal, a Reflexiva e a que motiva…

Sim, Leiam a Cabana!